Domingo, 31 de Agosto de 2008

Amor em Tempos Sombrios



Amor em Tempos Sombrios

de Colm Tóibín















A temática comum a todos os artigos do livro é específica: a homossexualidade não assumida ou não declarada de artistas, escritores e poetas do meio do século XIX até nossos dias. O mais importante, entretanto, é a análise da relação entre o espírito do artista/escritor/poeta e sua obra e as sociedades e os tempos diversos em que viveram. Esse livro oferece um panorama sensível de almas distintas, irmanadas pelo estigma e pelo preconceito, interiormente invencível, como tão bem transparece nessas páginas.


Na verdade o livro nos trás de Oscar Wilde a Almodovar, e começa com uma narrativa pessoal sobre sua infância na Irlanda. São pequenos ensaios, mostrando de que forma a vida influencia a arte.




Um livro onde cada capítulo parece ser uma redescoberta carregado, inclusive, por uma certa energia erótica (como no caso de Roger e Thomas Mann), ou na admiração por figuras como

(Wilde, Bacon, Almodovar), ou o fascínio por certo comportamento de sofrimento ( Elizabeth Bishop, James Baldwin) e, certamente, na tragédia (Thom Gunn e Mark Doty).

 
 

Colm Tóibín olha a vida e o trabalho de alguns dos importantes artistas dos séculos XIX e XX,


 
figuras de primeiro plano cuja a homossexualidade permaneceu escondida ou dissimulada em parte de suas vidas.
Contudo em suas vidas privadas, e também no espírito de seu trabalho, as leis do desejo mudaram tudo para eles e fizeram toda a diferença.
 

Este livro estuda como o mundo em mudança alterou as vidas e os caminhos de nossos personagens. Colm Tóibín lança uma nova luz sobre a vida destes grandes nomes da literatura e cultura.



Tóibín fez a sua educação básica como aluno interno do St Peter's College, entre 1970 e 1972. Prosseguiu os seus estudos na University College Dublin, tendo-se licenciado em 1975, após o que partiu imediatamente para Barcelona. A sua primeira novela, The South (em inglês), de (1990), inspirou-se parcialmente nos seus tempos passados na capital da Catalunha, tal como, mais directamente, o seu ensaio Homage to Barcelona, também de (1990).

Ao regressar à Irlanda, em 1978, iniciou os seus estudos com vista à obtenção do grau de Mestre, no entanto acabou por nunca entregar a sua tese e deixou a universidade, pelo menos em parte, para uma carreira como jornalista. Os primeiros anos da década de 1980 foram um período particularmente brilhante para o jornalismo irlandês e a época áurea da revista noticiosa mensal Magill (em inglês), de que Tóibín foi editor a partir de 1982 e até 1985.

The Heather Blazing (em inglês), de 1992, foi a sua segunda novela, seguida por The Story of the Night (em inglês), em 1996 e The Blackwater Lightship (em inglês), em 1999. Em 2004 Tóibín publicou O Mestre, um retrato ficcional da vida do escritor Henry James, que foi nomeada para o prestigiado Booker Prize.

Tóibín continuou sempre a trabalhar como jornalista, tanto na Irlanda como no estrangeiro, tendo também alcançado prestígio como crítico literário, ao editar ou escrever obras como The Penguin Book of Irish Fiction (1999) e The Modern Library: The 200 Best Novels in English since 1950 (1999) com Carmen Callil, bem como o famoso ensaio Love in A Dark Time: Gay lives from Wilde to Almodóvar em 2002.

Prêmios

* The Blackwater Lightship (em inglês) foi indicado em 1999 para o Booker Prize e em 2001 para o International IMPAC Dublin Literary Award.
* O Mestre ganhou em 2006 o International IMPAC Dublin Literary Award; foi nomeado em 2004 para o Booker Prize; ganhou também em 2004 o prémio Los Angeles Times Novel of the Year e o Stonewall Book Award, tendo ainda sido classificado pelo The New York Times como um dos 10 mais notáveis livros de 2004.


Leia um trecho deste livro em sua edição original.

E.CRUZ



publicado por o editor às 14:09
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Sábado, 30 de Agosto de 2008

A visão do corpo humano através da foto - um livro de John Pultz


Conheça a obra de John Pultz e passe a olhar a arte da fotografia por outros ângulos.



Saiba mais




publicado por o editor às 16:56
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

ALÉM DO CARNAVAL


A HOMOSSEXUALIDADE MASCULINA NO BRASIL DO SÉCULO XX

de JAMES GREEN

tradução de
MARIA CRISTINA FINO

Páginas: - 541




Uma obra fantástica tanto do ponto de vista documental como analítico. "Como obra pioneira, Além do carnaval examina a realidade social e cultural da homossexualidade masculina no Brasil ao longo do século XX. James Green questiona a visão estereotipada de que a expressão desinibida e licenciosa do comportamento homossexual durante o carnaval comprova a asserção de que a sociedade brasileira tolera a homossexualidade e a bissexualidade na vida cotidiana. Sustentado por ampla pesquisa e sólida erudição, esta obra traz uma contribuição inestimável a uma área negligenciada da história social brasileira" no saber de Robert M Levine, professor de História e diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Miami.

Mede a influência dos modelos teóricos europeus selecionados pelos sexólogos brasileiros. Faz frente em especial aos acontecimentos que provocaram uma nova identidade homossexual (no Rio de Janeiro e São Paulo) a partir da década de 70. A obra de leitura fácil navega no tempo e expõem entre fatos hediondos de preconceitos explícitos , casos curiosos que povoam até hoje o "folclore" do mundo gay.

"Durante muito tempo, o carnaval brasileiro, com seu cortejo de homens travestidos de mulher, vendeu, dentro e fora do país, a imagem de uma convivência pacífica da sociedade com a homossexualidade e a bissexualidade. Este livro inovador do brasilianista James N. Green - ganhador do prêmio "Hubert Herring", do Conselho de Estudos Latino-Americanos na Costa do Pacífico (EUA), e o da Fundação "Paul Monette" como o melhor trabalho sobre estudos gays e lésbicos - mostra que por debaixo dos trajes à la Carmen Miranda, típico mito de exportação da alegria e descontração carnavalescas, sempre esteve escondido não a tolerância, mas o preconceito. O estudo de Green se concentra na homossexualidade masculina no Rio de Janeiro e em São Paulo, ao longo do século XX. O primeiro período analisado é o da chamada belle époque carioca, que vai da virada do século até 1920, destacando-se a Praça Tiradentes como ponto de encontro dos homossexuais masculinos. O autor examina, entre outras coisas, aquela que talvez seja a primeira pornografia homoerótica brasileira, O menino do Gouveia, conto anônimo publicado na revista Rio Nu, em 1914; o romance Bom-Crioulo de Adolfo Caminha; o levantamento feito em 1872 pelo médico Ferraz de Macedo dos vários tipos de comportamento homoerótico, bem como o tratado de Pires de Almeida, de 1906, sobre o homossexualismo, além da figura pública do dândi João do Rio, um dos mais célebres escritores do país. Nos anos que vão de 1930 a 1945, o Vale do Anhangabaú, em São Paulo, passa a desempenhar um papel semelhante ao da Praça Tiradentes no período
anterior. No Rio, o boêmio bairro da Lapa vê surgir uma das figuras mitológicas da malandragem carioca, o pernambucano João Francisco dos Santos, o temido Madame Satã, homossexual assumido e bom de briga. São também dessa época as diversas pesquisas de médicos, juristas, psiquiatras e crimonologistas sobre a homossexualidade, boa parte delas de inspiração eugenista, visando classificar ou curar o que acreditavam ser a "perversão" homossexual. No período seguinte, que vai até 1968 e a decretação do AI- 5, verifica-se uma intensificação das subculturas homossexuais no Rio de Janeiro e em São Paulo, com a ocupação de novas áreas nas cidades, a abertura de bares exclusivamente para gays e os bailes carnavalescos de travestis, sobretudo ao redor da Praça Tiradentes. Data dessa época o surgimento de um modesto jornal gay rodado em mimeógrafo, O Snob, que inspiraria cerca de trinta outras publicações similares em todo o país. A polaridade entre homossexual passivo e ativo, entre "bicha" e "bofe" começa então a ser posta em xeque. O capítulo dedicado à "apropriação homossexual do carnaval carioca" é um dos mais fascinantes do livro, não faltando sequer a controvertida figura de Rock Hudson entre os mais afoitos foliões de 1958. De 1969 a 1980, ou seja, entre o pior momento da ditadura militar e o aparecimento, em 1978, do jornal gay Lampião da Esquina e do grupo Somos, o espaço urbano gay se expande significativamente, com a proliferação de bares, discotecas, saunas etc. Travestis e michês, que vivem da prostituição, passam a ser vistos como freqüência cada vez maior nas ruas do Rio e de São Paulo. Data desse período um movimento gay politizado no Brasil, com cuja análise se encerra esta obra extremamente bem documentada e que prende a atenção do leitor ao longo de suas quase quinhentas páginas."

resenha de e. cruz

publicado por o editor às 15:44
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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

PORQUE BATALHÃO SAGRADO DE TEBAS


O nome do nosso site/blog foi inspirado em um texto de Platão (428 a.c - 348 a.c) que versava sobre o então chamado ‘Batalhão Sagrado’ que teria sido constituído em princípios do séc. IV e pertencia a cidade Grega de Tebas. Era temido pela sua bravura e enorme coragem, formado por guerreiros ferozes que se mantinham unidos por laços amorosos. Resumidamente o ‘Batalhão Sagrado de Tebas’ que era um exército de 150 pares de amantes homossexuais, ou seja, 300 homens.

“Se houvesse maneira de conseguir que um estado ou um exército fosse constituído apenas por amantes e seus amados, estes seriam os melhores governantes da sua cidade, abstendo-se de toda e qualquer desonra. Pois que amante não preferiria ser visto por toda a humanidade a ser visto pelo amado no momento em que abandonasse o seu posto ou pousasse as suas armas. Ou quem abandonaria ou trairia o seu amado no momento de perigo?” Platão


Marcos Ramos Duarte


LEIA MAIS NO ENSAIO DE EDUARDO CRUZ AQUI
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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publicado por o editor às 20:24
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Armário sem Portas



de Karla Lima e Pya Pêra



páginas - 260



Pois bem, muito diferente da literatura mulherzinha, algo entre o corajoso, compromissado, leve e verdadeiro. A história real do relacionamento de Karla e Pya. Ao final do livro você deverá se sentir intimo desse casal que chegou à conclusão de que "jogar confete entope o ralo!" Boa leitura!

"Amor e humor para Gs, Ls e Ss



Armário sem Portas é um livro a um só tempo particular e universal. Particular por escancarar a vida das

autoras

, as homossexuais Karla Lima e Pya Pêra, e universal pelo que contém de humor e sensibilidade.



Em seu livro de estréia, o casal passa longe da auto-ajuda e dos romances trágicos, estilos abundantes no mercado editorial GLS brasileiro. Embora alguns capítulos abordem temas mais engajados como visibilidade, política e preconceito, o foco desta autobiografia é a comicidade.



Crônicas

curtas e leves despertam o riso fácil em leitores de qualquer orientação sexual, graças às diferenças que Karla e Pya têm de história de vida, gostos e temperamento: enquanto uma descende de alemães, teve um marido, mede mais de 1,70m e faz o estilo intelectualizado, sem nenhum pendor esportivo, a outra é japonesinha, gay desde bebê, uma ex-atleta que adora samba e escolhe o celular conforme a capacidade da agenda de telefones!



Despretensioso e concebido originalmente para divertir as próprias autoras, Armário sem Portas provoca reflexão sem agredir o mundo e simpatia sem vitimizar os homossexuais. Uma obra irreverente e ágil, indicada não apenas para a comunidade GLS, mas para todos que apreciam dar boas risadas com um delicioso livro de lavabo.



Karla Lima nasceu em 1971, foi publicitária e estuda Jornalismo. Sonhava

escrever

um livro desde os 15 anos. Pya Pêra, empresária, consultora, musicista e fotógrafa, nunca tinha pensado nisso."




Em Curitiba você encontra Armário sem portas no JOAQUIM

Pelo Brasil ou para compra direta consulte www.armariosemportas.com.br

publicado por o editor às 20:16
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O LESBIANISMO NO BRASIL


Este livro deve fazer parte de qualquer biblioteca básica. Neste livro, Luiz Motte, professor da Universidade Federal da Bahia, fez um levantamento histórico do comportamento sexual heterodoxo das mulheres na História do Brasil, desde a época da sociedade indígena até os dias atuais (1987 - ano da publicação), quando conhecidas personalidades do mundo político e, principalmente, do mundo artístico assumem aberta ou aceitam tacitamente serem reconhecidas como homossexuais, sejam homens ou mulheres.

Edição da antiga Mercado Aberto com 222 páginas


Na contracapa do livro

publicado por o editor às 20:14
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DUAS IGUAIS



de Cintia Moscovich



Gênero : Ficção Brasileira - Romance


Páginas : 256



DUAS IGUAIS é um romance corajoso, que tematiza o amor homossexual sem recorrer a engajamentos ou a um manual de bons modos. Assim como o amor, o romance entre Clara e Ana é natural, espontâneo. Mas vai além. Situando o caso no contexto da comunidade judaica de Porto Alegre, Cíntia Moscovich revela um choque cultural, além do emocional. Enquanto Ana auto-exila-se em Paris, Clara penetra, pouco a pouco, nos umbrais do mundo adulto, complexo e sutil.




Recomendamos este Lançamento da Editora Record


publicado por o editor às 20:14
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ALAIR GOMES



Foto de Alair Gomes

ALAIR GOMES (1921-1992)

 

Fotógrafo, cientista, filósofo, escritor, ensaísta, professor, crítico de arte e cultura, viveu no Rio de Janeiro e realizou longas viagens para a Europa, Oriente e Estados Unidos, onde foi bolsista da Guggenheim Foundation por um ano.

 

Trabalhou na Universidade Federal Fluminense no Dep. de Bio-Física; criou em 1977 e foi coordenador da Área de Fotografia da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), escreveu (originais quase sempre em inglês) e deu cursos sobre filosofia da ciência, história da arte contemporânea.

 

Dedicou-se a fotografia científica e artística. Realizou sua primeira mostra individual na Galeria Cândido Mendes, em Ipanema (1984).

 

Suas fotos encontram-se no acervos da Universidade Federal Fluminense, Niterói; Biblioteca Nacional, RJ; Museus de Arte Moderna do Rio e de SP; MASP; Museu de Fotografia de Curitiba; Fundation Cartier, Paris e em importantes coleções particulares no Brasil e no exterior.

 

Seus trabalhos têm sido mostrados em exposições tais como: “Corpo&Alma” (Funarte, Rio de Janeiro e Paris, 1984); “Doações e Aquisições Recentes” (MAM, São Paulo, 1988); “Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba” (FCC, Curitiba, 1996) e “As representações do corpo” (MAM, São Paulo, 1997).

 

Publicou um livro de ensaios sobre arte As Reviravoltas da Arte do Século XX (Niterói, EdUFF, 1995) e colaborou regularmente com publicações especializadas em ciências, artes e cultura como Módulo, Guia das Artes, ArtForum, entre outras.

 

Seus trabalhos têm sido mostrados em exposições tais como: “Corpo&Alma” (Funarte, Rio de Janeiro e Paris, 1984); “Doações e Aquisições Recentes” (MAM, São Paulo, 1988); “Bienal Internacional de Fotografia de Curitiba” (FCC, Curitiba, 1996) e “As representações do corpo” (MAM, São Paulo, 1997).

Publicou um livro de ensaios sobre arte As Reviravoltas da Arte do Século XX (Niterói, EdUFF, 1995) e colaborou regularmente com publicações especializadas em ciências, artes e cultura como Módulo, Guia das Artes, ArtForum, entre outras.


Saiba mais


publicado por o editor às 20:13
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A aranha punk




de Glauco Mattoso
111 páginas


A série "Mattosiana" reorganiza a obra poética e ficcionista de GM, publicando os sonetos e contos inéditos, em volumes temáticos, e reeditanto, paulatinamente, os títulos esgotados.



Neste segundo volume, Mattoso inclui quatro ciclos de sonetos, os dois primeiros dedicados, respectivamente, às espécies aracnídeas (ou equivalentes, em termos de fobia) e ao gênero punk, e os dois últimos introduzindo personagens humanos e humanóides, como a gorda e o rato, este em homenagem a Fernando Gonsales, criador do Níquel Náusea.



Confira o Soneto das espécies peçonhentas

Está Belo Horizonte, ao que me diz


o amigo afeito às letras, infestada


demais de escorpiões, e não é nada


ameno o que contava-me, infeliz:



"Livrei-me, caro Glauco, por um triz


da aguda e venenosa ferroada!


À noite, ao me deitar, dei uma olhada



na cama, e acreditar quase não quis!"


"Debaixo do meu fofo travesseiro


estava o agigantado e repelente


espécime! Tremeu-me o corpo inteiro!"



"Matei-o, mas não durmo mais!" Que aumente


um ponto ao conto o douto autor mineiro,


mas mesmo uma aranhinha assusta a gente...



Glauco Mattoso, paulistano de 1951, é um dos mais radicais representantes da ficção erótica e da poesia fescenina em língua portuguesa, descendente direto de Gregório, Bocage e, em prosa, de Sade e Masoch.

publicado por o editor às 20:11
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Poesia gay underground: história e glória



de Hugo Guimarães
103 páginas

 

"Poesia gay underground é um antídoto contra a chatice que a vida gay se tornou nas últimas décadas. Hugo Guimarães foge da massificação e cria poemas seminais, mostrando as vísceras sem medo de se infectar com as doenças da (pós) modernidade. Em seu universo, a dor é uma forma de esperança e a desilusão, um dos caminhos para a felicidade. Nos poemas deste livro, a vida jorra com seus cheiros e sujeiras. São versos de resistência contra o pensamento dominante, contra os gays assépticos da novelas de televisão, contra a infelicidade disfarçada de euforia das casas noturnas. Além do Édipo, o autor escancara sua vida doméstica, seu corpo, seus garotos ao contrário, drenados ou petrificados. Pinta com tinta de caneta e sangue o mundo desbotado ao qual estaria condenado caso não escrevesse. Mas, felizmente, ele escreve."



texto de divulgação - Fernando Martins





Confira o poema Morte – Quarta Feira 30

A maior viagem da vida


É a morte


Eu ainda quero mais morrer


Do que foder todos aqueles garotos


Mais do que ser uma estrela morta.



Viajando pela cidade da morte


Ônibus espacial e lua fundidos


Yeah – querer morrer


É querer viver


E eu estou cansado de você.



Hugo Rodrigo Guimarães

é poeta e colecionador de filmes de terror.


publicado por o editor às 20:10
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