Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Entre mulheres


Entre mulheres
Depoimentos homoafetivos


de Edith Modesto

168 pág.
 

Este livro traz depoimentos de mulheres lésbicas e bissexuais de várias idades, profissões e classes sociais.


 

 Os temas são variados: relações familiares, juventude, religião, trabalho e preconceito. Trata-se do relato vivo da experiência de cada uma dessas mulheres, que deixaram todo o conforto emocional do mundo convencional para viver a dura vida de homossexual em um país tipicamente machista.

 

A AUTORA

Edith Modesto

 

É mestre e doutora em Semiótica Francesa pela Universidade de São Paulo (USP) e lecionou durante mais de 25 anos em faculdades de Jornalismo. Pesquisadora da diversidade sexual, já publicou três livros sobre o assunto: Diversidade sexual na escola – Uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens, Vidas em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade e Mãe sempre sabe? Mitos e verdades sobre pais e seus filhos homossexuais e Entre Mulheres (Edições GLS, 2009). Além de fundadora e presidente da ONG GPH – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais, é idealizadora do Purpurina – projeto sociocultural para adolescentes e jovens LGBTS de 13 a 24 anos – e colabora com diversos projetos de educação para a diversidade, oferecendo também palestras para psicólogos, profissionais da saúde e militantes. Clique aqui para ler o sumário e as primeiras páginas deste livro

 

UM LANÇAMENTO



 


publicado por o editor às 15:02
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Era uma vez um casal diferente

Era uma vez um casal diferente
A temática homossexual na educação literária infanto-juvenil

de Lúcia Facco

Esta obra discute até que ponto a educação literária de crianças e adolescentes pode diminuir o preconceito e a discriminação, mostrando como determinados títulos trabalham a temática de forma adequada. Com caderno de atividades especialmente direcionadas a professores.


O livro mostra como a literatura infanto-juvenil pode ajudar os educadores a trabalhar temas delicados como a discriminação por diferença de classe social, de etnia, de orientação sexual, de gênero etc. A autora mistura depoimentos pessoais em um texto com forte embasamento teórico. A obra traz ainda um encarte com sugestões de trabalhos a serem desenvolvidos com estudantes de diversas faixas etárias, com pais e professores, tudo a partir da literatura.

“O título já define com irretocável precisão seu conteúdo: “Era uma vez”, pano de fundo da pesquisa; “um casal diferente”, a base sociocultural da arte literária; tudo se aprofunda e aperfeiçoa com a proposta de educação social real, a indispensável educação literária. É a leitura integral da arte da palavra, a mesma palavra que usamos para expressar sentidos, emoções, ideias, pensamentos, reflexões, agressões, ironias, agregações e desagregações. Trata-se, assim, da soma profunda e articulada de educação, literatura e homossexualidade. Como se orientam a leitura, a análise e a compreensão da arte da palavra na escola? Algumas páginas do livro deveriam ser distribuídas aos passantes, nos mais diversos espaços públicos. Haveria grandes mudanças em nossa sociedade, posso garantir”, afirma a escritora Cyana M. Leahy-Dios, tradutora e doutora em Educação Literária pela Universidade de Londres, que escreve na quarta capa do livro.

Clique aqui para ler o
sumário e as primeiras páginas
deste livro




A AUTORA
Lúcia Facco

É graduada em Letras (protuguês-Francês), especialista e mestre em Literatura Brasileira, doutora em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de janeiro (Uerj), crítica literária e escritora. Tem Várias publicações técnico-científicas, além de livros de ficção.

É autora dos livros As heroínas saem do armário (GLS, 2004), Lado B (GLS, 2006) e Era uma vez um casal diferente (Summus, 2009).

A preocupação com a violência que permeia as relações entre “diferentes”está presente em seus textos acadêmicos e em sua literatura, mas de uma maneira calma, que tranqüiliza os seus leitores e lhes transmite a confiança em um mundo mais pacífico.

Mora com sua família “diferente” e seus bichos no Rio de Janeiro, no charmoso bairro de Santa Teresa, onde tece histórias e reflexões.

LANÇAMENTO

AUTORA DE “ERA UMA VEZ UM CASAL DIFERENTE” AUTOGRAFA NA LIVRARIA SARAIVA (RJ), DIA 4 DE ABRIL

A Summus Editorial e a Livraria Saraiva (Shopping Rio Sul-RJ) promovem no dia 4 de abril (sábado), das 19h às 22h, a noite de autógrafos do livro Era uma vez um casal diferente, de Lúcia Facco. A obra discute até que ponto a educação literária de crianças e adolescentes pode diminuir o preconceito e a discriminação. A autora mostra como determinados títulos trabalham a temática de forma adequada. A Saraiva MegaStore Shopping Rio Sul fica Rua Lauro Müller, 116 – 3ª piso, Botafogo – Rio de Janeiro.

UM LANÇAMENTO








 

 


publicado por o editor às 14:05
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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Branding, Escarificação e outros quetais




Matter of Trust: Sache Des Vertrauens de Claire Garoutte (texto e fotos)

capa dura

 

180 páginas

 

editora Konkursbuch

 

Este livro em edição bilingue (alemão/inglês) é a documentação em fotografia e texto das intervenções durante oito anos de uma familia lésbica e adepta ao sadomasoquismo e que abre espaço às modificações corpóreas.O que vamos ver não são simples colocações de piercing e sim algo que vai muito além. Sem querer fazer juizo de valor, pois Claire Garoutte já se revelou uma ótima fotógrafa, o livro para os que não são adeptos não é dos mais agradáveis.




Muito embora estes registros busquem apresentar esses rituais de extrema intimidade e busque refletir sobre a estrutura das relações inter-pessoais, o livro é cru. Para entender melhor -

Branding - O branding se caracteriza pelo aquecimento de pequenas placas de metal com um maçarico depois usadas para fazer os desenhos.

Escarificação - A técnica é feita com um bisturi. Em vez de calor, usa-se a lâmina do instrumento para se fazer cortes, que formam o desenho na pele.

Escarificação é como se fosse uma tatuagem, porém em vez de se injetar tinta na pele o desenho é feito a partir de cortes com um bisturi. Essa técnica originou-se na África, onde tatuagens convencionais, tribais não eram usadas pois na pele negra não apareciam, passando assim a se utilizar a tecnica das cicatrizes.
Se isso ainda é pouco, note que a coroa da garota fotografada é de agulhas de injeção. Leia aqui um depoimento de um adepto dessas técnicas - "Estas artes decorativas se originaram na África... Quanto mais volumosas ficam as cicatrizes, mais lindos ficam os trabalhos. Então, pessoas arrancam a casca da ferida e passam vinagre ou cinza para que os cortes infeccionem e cicatrizem com volume”. Pano rápido!

Eduardo Cruz


publicado por o editor às 12:57
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Domingo, 12 de Outubro de 2008

Será que Hollywood derruba preconceitos com personagens homossexuais?


Foram-se os dias em que o galã Rock Hudson tinha que esconder sua homossexualidade para continuar trabalhando em Hollywood, uma indústria que tende cada vez mais a derrubar preconceitos e normalizar a situação dos gays?

Em um panorama como o atual, onde personalidades como a apresentadora Ellen Degeneres, a atriz Lindsay Lohan, o ator George Takei ou o músico Clay Aiken dominam as primeiras páginas dos jornais por causa de sua orientação sexual, a indústria do entretenimento decidiu dar um passo à frente.



A televisão americana incluirá nesta temporada 16 personagens gays e bissexuais de importância em séries na faixa de maior audiência de programação, mais que o dobro do ano passado, segundo um estudo do grupo Gays e Lésbicas contra a Difamação (GLAAD, em inglês).



Neil Giuliano, presidente do GLAAD, ficou feliz com o fato de a rede de televisão "FOX" incluir este ano cinco personagens com essa orientação em seus programas, já que em 2007 não havia nenhum.



No entanto, lamentou que nenhum dos 126 personagens principais das séries da "CBS" seja gay, lésbica, bissexual ou transexual, enquanto um único personagem "recorrente", Brad, em "Rules of Engagement", é gay.



É por isso que há quem sustente que ainda existe muito caminho a percorrer.



"Cada pessoa que sai do armário é uma barreira a menos", disse à edição digital do canal "CNN" o publicitário Howard Bragman, autor do livro "Where's My Fifteen Minutes?", que trata do assunto.



Bragman, homossexual assumido, admite que hoje em dia o público é capaz de aceitar os gays de forma "mais singela", embora não "automática".



"Eu o vejo como um processo a longo prazo. A revolução terminou, agora se trata de evoluir", disse.



O publicitário se encarregou de ajudar Dick Sargent quando este revelou sua homossexualidade, em 1989, e lembra os momentos nos quais era complicado terminar filmes como "Filadélfia" (1993), pelo qual Tom Hanks ganhou o Oscar de melhor ator por interpretar o advogado gay Andrew Beckett.



Possivelmente, este deve ser o grande desafio que Hollywood ainda tem pela frente, como afirmou o ator gay Rupert Everett, popular por seu papel em "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (1997).



"Não tenho nada do que me queixar, exceto do fato de as pessoas se perguntarem se um gay como eu pode atuar como um sapatão para dar vida a um homem heterossexual", disse.



Já Peter Sprigg, vice-presidente do grupo conservador Family Research Council, afirma que os novos personagens homossexuais na programação americana têm "propósitos propagandísticos".



"Estou convencido de que a maior parte destes personagens está aí para tentar fazer com que as pessoas aceitem a conduta homossexual", disse Sprigg ao site da "CNN".



"Nesse sentido, o resultado para a sociedade é negativo", disse ele.



Para Bryan Batt, o ator gay que acaba de assumir sua homossexualidade e que dá vida a Salvatore Romano, na série premiada com o Emmy "Mad Men", ainda há na sociedade "um pouco de homofobia".



"Mas penso que graças a papéis gays bons, honestos e positivos, será possível educar (as pessoas)", comentou.



"Acho que estamos produzindo gerações de jovens que não julgam as pessoas, nem por sua raça, nem por sua religião nem por sua sexualidade", concluiu.


publicado por o editor às 13:14
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Domingo, 5 de Outubro de 2008

BEEFCAKE


BEEFCAKE
The Muscle Magazines os America 1950-1970
F. Valentine Hooven,III

O termo Beefcake é muitas vezes utilizado para designar uma postura da imagem ideal sexual masculina baseada na atratividade física resultante da construção do corpo, mas também é usada por homens e mulheres interessados em fisiculturismo e musculação.

Beefcake era o padrão para atores masculinos . Já em 1920 as fotografias que foram tiradas de astros tais como Rudolph Valentino e Ramón Novarro destacavam o apelo físico. Por certo eram mais raros esses registros fotográficos com os atores que tinham seus filmes rodados com temas que não envolviam selva. Não eram filmes como os de Johnny Weissmuller (Tarzan) e Buster Crabbe. Na década de 1940 viu-se o crescimento desse tipo de foto e os astros eram Tyrone Power, Guy Madison, Sterling Hayden e Victor Mature; as revistas de cinema década de 1950 fotografava de sunga ou shorts atores como Tony Curtis, Rock Hudson, Tab Hunter, Jeff Chandler , Robert Conrad e Robert Wagner . Este período também incluiu o aumento da publicação de revistas de fisiculturismo, que continuam a serem populares .


Outros atores que ocasionalmente eram prodizidos para registros beefcake ao longo dos anos eran Errol Flynn, Robert Taylor, John Payne, Jeffrey Hunter, Rory Calhoun, Peter Lupus, Rod Taylor e Joe Dallesandro.

As Beefcake magazines foram revistas publicadas na América do Norte nos anos 1930 a 1960 que apresentavam fotos que tinham como atrativo a massa muscular de jovens atletas. Logo de início seu principal mercado foi de gays, e até a década de 1960, eram normalmente apresentados como sendo revistas dedicadas ao fomento de fitness e saúde: os modelos eram mostrados muitas vezes demonstrando exercícios. Devido ao contrôle conservador e homofóbico da cultura da época, e por causa das leis de censura leis, a dita pornografia gay não poderia ser vendida abertamente.

Sendo assim a comunidade Gay voltou-se para beefcake, que poderia ser vendidas nas bancas de jornal, livrarias e drugstores. As Beefcake eram muitas vezes a única ligação que a comunidade gay tinha de sua sexualidade. O pioneiro Bob Mizer 's Athletic Model Guild, ou AMG, produziu o primeiro nu total . Junto com ele vieram os filmes (documentários) Beefcake e o natural crescimento da indústria Beefcake magazine.

Neste livro você fará uma viagem curiosa por esse padrão de fotografia e desenho, que por vezes é extremamente curioso e passa todo o kitsche que imperava em décadas passadas. O livro além de uma bem fundamentada introdução nos brinda com o "melhor" das revistas de "músculos" entre 1950 e 1970 nos Estados Unidos.

Raul Galalite

Confira aqui algumas fotos

Um lançamento da


Taschen


publicado por o editor às 12:58
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No escurinho do cinema: cenas de um público implícito


No escurinho do cinema:
cenas de um público implícito

de Alexandre Fleming Câmara Vale

176 páginas



Este livro é o resultado de uma pesquisa antropológica numa das salas do cinqüentenário e hoje extinto Cine Jangada. Tendo como pano de fundo a história das salas de exibição de Fortaleza, bem como os arranjos do circuito exibidor local, Alexandre Fleming realiza, para além do exótico e do anedótico, uma reflexão etnograficamente informada sobre os guetos da cidade. Apresenta o processo reordenador da geografia das salas de exibição: no centro, a pornografia vira destino, desaparecem as grandes salas e os shoppings passam a ser a nova morada do cinema.

Á

reas e temas de interesse: antropologia, história, cinema e pornografia, homossexualismo


UM LANÇAMENTO


ANNABLUME


publicado por o editor às 12:55
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Brigitte Lahaie, um ensaio íntimo


Brigitte Lahaie, cujo verdadeiro nome Lucille Brigitte Jeanine Van Meerhaegue, é radialista e ex-atriz pornô, nascida em 12 de outubro de 1955 em Tourcoing (norte da França). Foi uma das primeiras estrelas francêsas de filmes pornográficos em momento hoje considerado a "idade de ouro" quando passarama ser rodados filmes rodados em 35 mm e da liberação sexual dos anos 1970 a 1980. Loira escultural, Brigitte Lahaie foi a musa desse período.

 

Vinte anos depois, ela continua a fazer aparições regulares nos filmes convencionais, ou em programas eróticos na televisão. Mesmo antes de abandonar sua carreira no erótico Brigitte Lahaie tinha realizado papéis em filmes não-pornográfico, incluindo participações em filmes realizados por Jean Rollin.

 

Ela também tentou a literatura e escreveu dois romances publicados em branco Flammarion: A mulher modelo (1991), que conta a história de uma mulher casada que decide posar nua, e O significado da vida (1994). Ele também escreveu alguns ensaios sobre sexualidade: Os caminhos do amor melhor (Ja'i Lu, 1999), Amor e Sexo (Morabito, 2004), etc .

 

A Ideia deste livro partiu de Claude Alexandre que convidando Pierre Bairgende quiseram fazer um livro não erótico. Passar a intimidade de Brigitte Lahaie no seu dia a dia. Fotografa-la em casa, em companhia de seus animais. Bem, foram justamente as inocentes fotos com os animais que acabaram por causar certa polêmica e insinuações. Mas isso já é uma outra história.

 

Confira aqui algumas fotos desse excelente

ensaio.

Raul Galalite

publicado por o editor às 04:05
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