Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Sexo, Arte e Cultura Americana de Camille Paglia


Sexo, Arte e Cultura Americana
de Camille Paglia
editora: Companhia das Letras
ano - 1993

O livro “Sexo, Arte e Cultura Americana” é fundamental,e está esgotado há anos, é um caso de desaparecimento precoce. A editora sequer tem em seus registros do site a existência dele. Em Sexo, arte e Cultura Americana estão compilados ensaios, artigos, resenhas de livros e trechos de entrevistas concedidas a diversos veículos de comunicação.Camille Paglia é uma escritura polêmica a escritora que não puca nada e a ninguém e que declara “sou abertamente a favor da prostituição e da pornografia”.

A escritora americana Camille Paglia, 60 anos, é considerada uma das principais teóricas do pós-feminismo e uma das intelectuais mais influentes da atualidade. É professora da Universidade das Artes, na Filadélfia, EUA, colunista do site salon.com e editora da revista Interview. Camille ficou conhecida mundialmente na década de 90 ao lançar o livro Personas sexuais, no qual aborda de forma particular (contrariando as teóricas de sua geração) a mulher e o feminismo do século passado. Freqüentemente apontada como "a feminista que as outras feministas amam odiar".


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publicado por o editor às 13:54
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

O GAROTO PERSA (Bagoas) e outras histórias de Mary Renault













































































Mary Renault

Eileen Mary Challans nasceu em Londres em 1905, sendo a filha primogenita de um médico de “East End”, zona da cidade onde a escritora passou a sua infância. Estudou em Oxford, formando-se em enfermagem na Radcliffe Infirmary, experiência que viria a ser determinante para a sua vida. Trabalhou como enfermeira, publicando o seu primeiro romance em 1939, Purposes of Love, sob o pseudónimo literário de Mary Renault.

Com a obra Return to Night, editada em 1946, foi-lhe atribuído o prémio da Metro Goldwyn Mayer.

Dão-se grandes mudanças na vida de Mary Renault com a sua partida para a África do Sul, em cuja capital, Durban, passa a viver.

Escreveu vários livros sobre a vida e época de Alexandre Magno – The Nature of Alexander (1975) e The Alexander Triology, composta pelas obras Fire From Heaven (1969), The Persian Boy (1972) e Funeral Games (1981) que, curiosamente, foi a sua última obra.


Em alguns dos seus livros, as referências à homossexualidade são explícitas, o que terá originado a alteração de títulos e constituiu um obstáculo à sua publicação nos E.U.A.

Em 1961, Mary Renault passou a ocupar a presidência do PEN Club e, dez anos depois, foi premiada por esta entidade.

Morreu em 1983, com setenta e oito anos, tendo sido uma figura controversa pela sua coragem e antipuritanismo.


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Domingo, 28 de Setembro de 2008

O negócio do michê: A prostituição viril em São Paulo



O negócio do michê: A prostituição viril em São Paulo

de NESTOR PERLONGHER

Editora: Fundação Perseu Abramo

Páginas - 272


Este livro estava esgotado e agora está sendo relançado. Imperdível!


O livro O Negócio do Michê – A Prostituição Viril em São Paulo, do antropólogo argentino Néstor Perlongher, será lançado em nova edição, com novo prefácio



Referência fundamental para os estudiosos de sexualidade e gênero, tanto pela originalidade do tema, quanto pelas análises, O Negócio do Michê – A Prostituição Viril em São Paulo, surgiu como dissertação de mestrado em antropologia social na Unicamp, em 1986. Na época, 1986, o autor, o argentino Néstor Perlongher, enfrentou o descontentamento de parte do meio acadêmico, escandalizada com o tema de sua pesquisa pioneira.

Lançado pela editora Brasiliense um ano depois, com prefácio de Peter Fry, o livro tornou-se um clássico moderno da pesquisa etnográfica. Coube à Editora Fundação Perseu Abramo uma nova edição, com a íntegra do texto original e um novo prefácio, desta vez assinado pelos professores de sociologia e ciências sociais Richard Miskolci e Larissa Pelúcio.

O livro, escrito em linguagem não acadêmica, baseou-se nos depoimentos de michês, clientes e entendidos, ou pessoas do universo homossexual não envolvidas diretamente com a prostituição. Entre março de 1982 e janeiro de 1985, Perlongher, num procedimento chamado de pesquisa participante, foi às ruas, bares, saunas e mictórios públicos do centro de São Paulo, onde pôde estar em contato direto com o tema de seu estudo.

Ao mapeamento geográfico/cultural do trabalho do michê, Perlongher acrescentou amplo arsenal teórico, com citações que vão de Marx e a Escola de Chicago, a Foucault, Deleuze e Guattari.Coincidentemente, o livro surgiu em sintonia com outros estudos semelhantes pelo mundo, como o que originou a Teoria Queer, nos Estados Unidos.

Néstor Perlongher nasceu em Avellaneda, província de Buenos Aires, em 1942. Participou ativamente de movimentos pelos direitos dos homossexuais, primeiramente na Frente de Liberación Homosexual Argentina e depois no Grupo Eros. Em 1982, cansado das perseguições pela ditadura em seu país, veio para São Paulo. Logo ingressou na Unicamp, onde realizou a dissertação de mestrado que deu origem ao livro. Autor também de oito elogiados livros de poesia, faleceu em novembro de 1992, vitimado pela Aids.





















Desde sua primeira edição, em 1987, O negócio do michê se tornou uma leitura de referência para aquelas e aqueles que se interessam pelas discussões sobre o desejo, as urbanidades, as sexualidades, as corporalidades e o mercado do sexo. Néstor Perlongher leva as/os leitoras/res aos bares, saunas e ruas de uma São Paulo noturna e apaixonadamente transgressiva, onde rapazes comercializam sexo, amam, brigam, negociam códigos e, por vezes, desejam o indesejável. Construído a partir de uma intensa etnografia e de uma densa análise teórica, O negócio do michê tem hoje a marca dos clássicos e, como tal, guarda uma contemporaneidade surpreendente.



Apresentação:

“Em primeiro lugar, quero frisar que este livro não é apenas mais um estudo frio das margens perversas de São Paulo. Na melhor tradição da antropologia social, o texto exsude a simpatia que o autor tem para com seu 'objeto de estudo'. Não no sentido de uma apologia formal de advogado, mas de uma séria tentativa de 'traduzir' a experiência dessas margens para que o leitor possa entendê-las na sua integridade (em todos os sentidos da palavra).” (Peter Fry)



Peter Fry, ao prefaciar a primeira edição de O negócio do michê – A prostituição viril em São Paulo, traduziu o sentimento futuro de leitores e leitoras que iriam encontrar na dissertação de mestrado de Néstor Perlongher uma rica fonte de reflexões teóricas e um instigante “guia” etnográfico.



Em meados da década de 1980, Perlongher se pôs à deriva numa São Paulo noturna e sexual, cartografando os corpos e os códigos de toda uma territorialidade desprezada pelos cientistas de “respeito”. Alguns se escandalizaram com o título da dissertação que abordava michês, prostituição e virilidade. Os vanguardismos costumam ter a marca da incompreensão e não foi diferente com O negócio do michê.



Perlongher se autodefinia um “pensador callejero” (das ruas), assim, a claustrofobia das normas canônicas não cabiam em sua escrita barroca nem em seu voluptuoso arsenal teórico que vai de Marx à Escola de Chicago e chega a Foucault, Deleuze e Guattari. Sem o saber, desenvolvia reflexões em sintonia com as que – nos Estados Unidos – originariam a teoria queer. Por tudo isso, o estudo de Perlongher mantém-se atual e fascinante.




Serviço:
Lançamentos do livro O Negócio do Michê

Quando: 8/10, às 10:00


Onde: UFSCAR, São Carlos


Presenças do antropólogo Júlio de Assis Simões e da ativista Regina Facchini. Na ocasião eles farão a palestra Sexualidade e Política no Brasil.


publicado por o editor às 18:21
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GRAÇAS E DESGRAÇAS DE UM CASAL VENTOSO


GRAÇAS E DESGRAÇAS DE UM CASAL VENTOSO de RIMBAUD VERLAINE

Coleção - MEMÓRIA DO ABISMO


Editora : HIENA SOD


Páginas - 133



Jean-Nicolas Arthur Rimbaud (20 de outubro de 1854, Charleville - 10 de novembro de 1891, Marselha) foi um poeta francês. Paul Marie Verlaine (30 de Março, 1844 – 8 de Janeiro, 1896) é considerado um dos maiores e mais populares poetas franceses.

Vamos à história - Na maioria das vezes, a história de Rimbaud é apresentada como principal ponto de partida para a leitura de sua obra, o que torna quase impossível olhar-se a obra de Rimbaud com olhos livres.



Rimbaud partiu para traficar armas de fogo no norte da África de um lado, e escrevia para revista Alquimia do Verbo por outro, tornou-se um tipo de referência para a poesia no século seguinte: servindo como argumento à tese que nascia sobre a impossibilidade de ser considerada a dissociação entre o poeta e sua poesia. O poeta, assim, vive e é sua poesia - pensamento em voga ainda hoje segundo algumas escolas.



Mas o que importa é que ele retornou a Paris em setembro de 1871 por um convite do eminente poeta simbolista Paul Verlaine (depois que Rimbaud lhe mandou uma carta contendo vários exemplos do seu trabalho) e residiu brevemente em sua casa. Verlaine, que era casado, apaixonou-se prontamente pelo adolescente calado, de olhos azuis e cabelos castanhos-claro comprido. Tornaram-se amantes e levaram uma vida ociosa, regada a absinto e haxixe. Escandalizaram o círculo literário parisiense por causa do comportamento ultrajante de Rimbaud, o arquetípico enfant terrible, que durante este período continuou a escrever notáveis versos visionários.



O caso amoroso tempestuoso do Rimbaud e Verlaine os levou a Londres em setembro de 1872, Verlaine abandonando sua esposa e um filho pequeno (ambos sofriam de abusos durante as iras alcoólicas de Verlaine). Os amantes viveram em uma pobreza considerável, em Bloomsbury e em Camden Town, desprezando uma vida de ensino e uma pensão da mãe de Verlaine. Rimbaud passou seus dias no Reading Room do British Museum onde "calor, luz, penas e tinta eram de graça".



Em junho de 1873, Verlaine voltou para Paris, onde a ausência de Rimbaud foi difícil de agüentar. Em oito de julho, ele mandou um telegrama ao jovem poeta, lhe dando instruções para ir ao Hotel Liège em Bruxelas; Rimbaud concordou imediatamente. O encontro de Bruxelas foi péssimo; um argumentando contra o outro e Verlaine bebendo constantemente. Na manhã de dez de julho, Verlaine comprou um revolver e munição; à tarde, numa "fúria de bêbado", disparou dois tiros em Rimbaud, um deles ferindo o poeta, de dezoito anos, no pulso.



Rimbaud considerou o ferimento superficial e a princípio não acusou Verlaine. Após isto, ele e sua mãe acompanharam Rimbaud a uma estação de trem em Bruxelas, onde Verlaine se comportou como um louco. Isto fez Rimbaud sentir medo do poeta, que então se virou e foi embora. Em suas palavras "então eu [Rimbaud] implorei para um policial o prender [Verlaine]". Ele foi detido por tentativa de homicídio e submetido a um exame médico humilhante. Também foi interrogado sobre sua correspondência íntima com seu amante e sobre as acusações de sua mulher sobre a natureza de sua relação com Rimbaud, que eventualmente retirou suas queixas, porém o juiz condenou Verlaine a dois anos de prisão.



Por outro lado podemos resumir a partipação de Verlaine na vida de Rimbaud da seguinte forma: Verlaine voltou a Paris em agosto de 1871, e em setembro, recebeu a primeira carta do poeta Arthur Rimbaud. Em 1872, ele já havia perdido interesse em Mathilde, e logo abandonou-a com seu filho, preferindo a companhia de seu novo amante. A tempestuosa relação amorosa de Rimbaud e Verlaine os levou a Londres, em 1872. Em julho de 1872 em uma bêbada crise ciumenta, ele disparou dois tiros com uma pistola em Rimbaud, atingindo seu pulso, mas sem causar-lhe sérios danos. Como resultado indireto desse acidente, Verlaine foi preso e encarcerado em Mons, onde ele experimentou uma conversão à Igreja Católica, o que novamente influenciou suas obras e provocou críticas afiadas de Rimbaud. O resto vocês tentem entender lendo suas obras e este livro que recomendamos.


publicado por o editor às 13:12
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

A Personagem Homossexual no Cinema Brasileiro


A Personagem Homossexual no Cinema Brasileiro de Antônio Moreno Editora EdUFF

A Personagem Homossexual no Cinema Brasileiro, de Antônio Moreno, cineasta, pesquisador e professor de Cinema do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF é na verdade um ótimo ponto de partida para compreender de como o nosso cinema trata o homossexualismo. A partir de 127 filmes de 1923 a 1996, o autor levantou as principais marcas que compõem o homossexual imaginado pelo cinema brasileiro.



Segundo ele "o tema homossexualismo era um tabu até o final da década de 60. E só sobressai quando é levada em tom de comédia. Embora se baseie em ficção, eu acho que a visão da sociedade é mostrada no livro".



A obra mostra muitos pontos que contribuem para a intolerância para com os homossexuais. Na análise das histórias narradas nos filmes está contido um universo de elementos para reflexão. A tese de Antonio Moreno transformada em livro pelas editoras UFF e Funarte, “A Personagem Homossexual no Cinema Brasileiro” traz um levantamento que é interrompido em 1996.



Doze anos depois temos muito que contar, porém avaliando a representação dos homossexuais na produção nacional até aquela época a conclusão é um tanto óbvia e em mais de 60% dos filmes analisados, os homossexuais são tratados de forma pejorativa.
























Confira aqui alguns trechos dos filmes citados e/ou analisados no livro
 

 

E.Cruz


publicado por o editor às 04:31
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Federico García Lorca



Federico García Lorca
uma Biografia

de Ian Gibson

Editora: Globo
Livros Biografia e Memória
tradução de Augusto Klein
Páginas - 608


Em 1936, no início da Guerra Civil, a Espanha perdia um de seus maiores poetas, já convertido numa de suas primeiras vítimas da brutal violência franquista que iria se abater sobre o país. Morto aos 38 anos, Federico García Lorca transformou-se em lenda. Nesta biografia, a mais completa que já se produziu sobre ele, alguns mitos são quebrados e sua rica personalidade se ilumina e se ressalta. Aliando precisão documental a um texto fácil e sensível, Ian Gibson constrói uma obra fascinante e definitiva, seguindo o poeta passo a passo em seu inexorável caminho até a morte, em Granada, quando estava pleno de vida e de projetos literários.

Nascido numa pequena localidade da Andaluzia, García Lorca ingressou na faculdade de Direito de Granada em 1914, e cinco anos depois transfere-se para Madri, onde ficou amigo de artistas como Luis Buñuel e Salvador Dali e publicou seus primeiros poemas.

Grande parte dos seus primeiros trabalhos se baseiam em temas relativos à Andaluzia (Impressões e Paisagens, 1918), à música e ao folclore regionais (Poemas do Canto Fundo, 1921-1922) e aos ciganos (Romancero Gitano, 1928)

Concluído o curso, foi para os Estados Unidos da América e para Cuba, período de seus poemas surrealistas, manifestando seu desprezo pelo modus vivendi estadunidense. Expressou seu horror com a brutalidade da civilização mecanizada nas chocantes imagens de Poeta em Nova Iorque, publicado em 1940.

Voltando à Espanha, criou um grupo de teatro chamado La Barraca. Não ocultava suas idéias socialistas e, com fortes tendências homossexuais, foi certamente um dos alvos mais visados pelo conservadorismo espanhol que, sob forte influência católica, ensaiava a tomada do poder, dando início a uma das mais sangrentas guerras fratricidas do século XX.

O AUTOR

Gibson nasceu em Dublin em 1939 e foi educado em Newtown, escola em Waterford, e Trinity College de Dublin. Foi docente de espanhol na Queen's University, Belfast, e, depois, se tornou especialista Literatura Moderna Espanhola, na Universidade de Londres. Em 1975 ele deixou a vida acadêmica para se tornar um escritor em tempo integral - vivendo em primeiro lugar na França, depois, em Madri. Na hora de escrever vai para a sua casa perto de Granada.

Ian Gibson pode ser declarado uma das maiores autoridades mundiais em Lorca e Dalí. Seu livro "Federico Garcia Lorca: A Life" ganhou o Prêmio Memorial Duff Cooper e o James Tait Black Memorial Prize, sendo nomeado o "melhor livro de 1989" por parte do New York Times e do Boston Globe.

Mais recentemente, "A vergonha da vida de Salvador Dalí" é, talvez, a mais profunda e ambiciosa biografia de Salvador Dalí já escritos. Gibson oferece uma narrativa completa de Dalí, de sua vida como artista e como um desinibido exibicionista, e re-analisa os papéis das duas pessoas mais importantes na vida do artista: o autor e dramaturgo espanhol Federico García Lorca e sua enigmática e libidinosa esposa Gala.

Como o autor afirma: "O que tenho tentado criar é um livro que irá reviver interesse em ambos - Dalí e Lorca -, bem como despertar o interesse do público em biografias. Na relação entre Lorca e Dali, há ainda muitas incertezas, mas o que nós sabemos é fascinante ".




Segundo Ian Gibson " no que toca às circunstâncias da morte de Lorca, o quadro geral é agora claro. No entanto, não se pode dizer o mesmo quando a sua vida privada. Entre os amigos (e a família) do poeta houve sempre uma profunda relutância em comentar ou sequer admitir seu homossexualismo, e uma deficiência desta biografia, se comparada, por exemplo, com a vida de Forster escrita por P. N. Furbank, é que foi simplesmente impossível formar mais que uma visão rudimentar, pelos padrões e europeus ou americanos, desse aspecto essencial da existência de Lorca. Somente uma ou duas cartas ao adorado Salvador Dalí vieram à luz (por sorte temos as do pintor para ele); quase nada se sabe da sua apaixonada relação com o escultor Emilio Aladrén, que morreu em 1942 - salvo o fato de ter sido apaixonada; e poucos dados existem do se u pro fundo envolvimento com Rafael Rodríguez Rapún, morto durante a guerra." (...)
 
A Batalha de Madrid Novembro de 1936 Guerra Civil Espanhola





Entrevista Ian Gibson sobre Lorca




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Eduardo Cruz

publicado por o editor às 01:13
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